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Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

Tesouro da Granginha !

08
Jan18

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Instituição / Proprietário:
Museu Nacional de Arqueologia
 
Categoria:
Escultura
Denominação / Título:
Fragmento de estátua de Vénus
Datação:
Época Romana
Dimensões:
A.91,4 x L.40,6 cm
Descritores:
Escultura romana
Informação Técnica:
Mármore
 
Copyright:
© DGPC

 

Fragmento de estátua de Vénus
N.º Inv. 994.9.8
Capela da Granjinha, Chaves

Perna direita nua de uma estátua feminina junto a uma jarra alta coberta parcialmente por um longo panejamento. A perna está cortada pela coxa, o pé quase inteiramente mutilado bem como a boca do vaso, os panejamentos e a própria base. Trata-se da representação de uma estátua nua de Vénus preparando-se para o banho junto ao vaso que conteve a água (loutrophoros) e agora serve de suporte ao vestuário. Este tipo de representação insere-se no numerosíssimo grupo de Vénus que, imitando as representações do mundo helenístico a partir do século V a.C., os artistas romanos reproduziram ou repetiram.

Esta peça foi integrada nas coleções por ordem do Ministério das Obras Públicas em 1897. Possui o Nº de Inventário Antigo 18654, onde não é referida a sua proveniência, pelo que foi publicada no Catálogo de Escultura Romana (1995) como de proveniência desconhecida. No Álbum de Desenhos de Roque Gameiro é, contudo, identificada com a proveniência acima mencionada.

Reis de São Sebastião 2015 - Abobeleira (cont.)

17
Jan15

       Encontro dos dois grupos na estrada do Cando em direcção às alminhas para o almoço, um vindo da Granginha, pela Veiga da Granja e outro vindo da rua de Santo António (Vale de Anta). Que bela feijoada...

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    Depois dos estômagos aconchegados, a jornada continuou com um grupo  pela  Casas dos Montes e daqui em direcção à Abobeleira e o outro continuou a volta por Vale de Anta também em direcção à Abobeleira. Por fim os dois grupos reúnem-se para a volta final na terra do mordomo!

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_DSC8134.JPG       Na casa do mordomo os reis foram dobrados !

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_DSC8144.JPG       Depois da volta final na Abobeleira ao principio da noite, o banquete, onde não faltaram na ementa o cabrito, o leitão, o frango do campo, sobremesas variadas e o bolo de Reis (representando o percurso pelas quatro aldeias da freguesia), vinhos da colheita do mordomo, tudo uma delícia!

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_DSC8180.JPG   Um agradecimento também para as cozinheiras, responsáveis pelo banquete apresentado.

_DSC8171.JPG      No final do banquete a animação continuou com as concertinas e cantares à desgarrada !

_DSC8203.JPG    Por fim um agradecimento especial ao casal de  mordomos, que embora com contrariedades de ultima hora não desistiram. Cumpriu-se assim mais uma vez a tradição.

     Um abraço de consideração e amizade para eles.

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3 de Janeiro - Reis de São Sebastião 2015 - Abobeleira

04
Jan15

Imagens de uma tradição !

    Este ano os reis "calharam" na Abobeleira. Como é de tradição são nomeados dois mordomos no ano anterior pelo pároco da freguesia, seguindo a ordem do livro de casamentos. No entanto este ano apenas um mordomo Helder Mendes, acabou por assumir a responsabilidade de fazer cumprir a tradição.

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_DSC7931.JPG    O grupo de convidados do mordomo, iniciou a jornada na Abobeleira para "matar o bicho", dirigindo-se de seguida para Vale de Anta, onde se cantaram os Reis na igreja "dobrados", tal como nos restantes templos da freguesia, bem como na casa do mordomo.

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_DSC7937.JPG     De seguida o grupo inicial dividiu-se em dois, sendo que um grupo continuou a cantar em Vale de Anta e o outro avançou em direcção ao Cando e Granjinha. No final da manhã haveriam de se encontrar nas "Alminhas" para um reforço alimentar, para continuar a jornada um a terminar a volta a Vale de Anta e seguir para a Abobeleira e o outro em direcção ao Bairro dos Gafos e Casas dos Montes. Embora estes lugares não pertençam à freguesia, são ponto de passagem para a Abobeleira e os moradores destes bairros que conhecem a tradição aguardam a chegada do Reis. Por outro lado na freguesia a tradição vai-se perdendo, com muitas portas fechadas à sua passagem...

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_DSC7960.JPGRecepção no Cando.

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_DSC8000.JPGChegada  à Granginha.

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_DSC8052.JPG(cont.)

Granginha valorizada com novo acesso !!!

07
Set14

           O Largo da Casa Nova foi requalificado com novo acesso ao Bairro do Alto da Forca. Esta parte da aldeia, ainda recentemente com acessos em terra batida ficou valorizada com acesso condigno às habitações da rua da Moura e Rua da Fonte da Moura...

 

  Do "Alto das Carvalhas" avistamos o bairro das Casas dos Montes, em direcção aos lameiros...

     Mas, neste tipo de obras, há sempre um mas. Especialmente quando depois de tantos anos em lama, foi necessário arregaçar as "mangas". "Mas como vozes de burro não chegam ao céu", embora neste blog e em plena campanha eleitoral autárquica, se alertou para a "emergência" da obra, não prever uma "caixa" devidamente compactada", bem como o alerta para a falta de valetas em toda a obra prevista,"Cando -Granjinha"; "Granjinha-Estrada do Cando", rua da Moura e Rua da Fonte da Moura, eis que o resultado está aparentemente à vista, nesta zona de obra. Perante os primeiros aguaceiros, diga-se aguaceiros e não o rigoroso inverno o novo pavimento já está a soltar-se da sua base.... No rigor do inverno teremos todo a estrada no "Fundo dos Lameiros", os vizinhos da zona lá sabem do que falam...

O arruamento requalificado recebeu ainda sinalização rodviária vertical...

 

             Bem hajam, pelo menos e para já, não há lama.... e lá se foram 119.980, 02 €, que diabo ainda temos  a garantia !!!.

      Mas já agora, não custará tanto ao erário público fazer bem com fazer mal? E fazendo bem  sempre  se poupavam uns cêntimoszitos daqui a uns tempos (breves) a rectificar o que ficou mal feito!

 

  Como alguém dizia noutros tempos ainda havia um enginheiro ou fiscal, que acompanhavam as obras e as asneiras não eram tão grandes, mas agora com a troika há que poupar...

   Esta gente que dá opiniões por tudo e por nada saíram cá uns malandrecos....

 

 

...

09
Jun14

“L Á G R I M A S”

 

 

 

 

 

CHAVES, a MINHA CIDADE, a NOSSA CIDADE, A NOSSA TERRA; e a GRANGINHA, a MINHA GRANGINHA, a MINHA ALDEIA NATAL, são, sempre o foram, um manancial de saudades, nascentes das lágrimas que me correm pela face e me inundam o coração.

 

Este, fraco como anda, pelo preço que a vida lhe tem cobrado, ainda vai erguendo pequeninos montes de esperança de as ver, à MINHA CIDADE e à MINHA ALDEIA, respeitadas e veneradas como tanto merecem!

 

À CIDADE, queria vê-la com ruas asseadas, cheias de gente, como outrora: com estudantes, militares, homens e mulheres «às compras»; negociantes de gado e de batatas, de peles ou de volfrâmio; contrabandistas a rondar os Guardas-Fiscais, e «passadores» a escolherem o melhor caminho para «o salto»; as Raparigas namoradeiras a fazerem ter um recado para dar à «comadre» da outra rua (ou até só do outro lado do passeio!) e, assim, mandarem um beijinho com os olhos, soprado com um trejeitinho dos lábios, na certeza de que deixavam mais doido ainda o seu «apaixonado»; o Tâmega a dar mansinhas gargalhadas ao espelhar a timidez dos parzinhos que pela margem do Tabulado passeavam, convencidos de que o enganavam ao atirar-lhe um pedacinho da folha nervosamente cortada; o Jardim Público, com canteiros floridos, e, no Verão, com o coreto preparadinho para acomodar «Pardais», «Canários» ou o «Calypso»; no Arrabalde, ouvir a piada subtil atirada aos «bufos da PIDE», apreciar a sabedoria dos «engraixadores», por entre quem se disfarçavam os enamorados para receberem o último aceno do «adeus» das suas apaixonadas, quando as madrinhas (ou os «choferes» das madrinhas), lhas roubavam para as ALDEIAS; o comboio a apitar na travessia da Ponte de Curalha, ao passar a S. Fra(g)ústo, ao chegar à Fonte Nova, a saudar Santo Amaro, e na Raposeira soltar aqueles potentes silvos como a querer deitar a baixo as fronteiras com a Galiza; … e as «Freiras» merecerem ser chamadas «Jardim Celeste»!

 

 

 

À GRANGINHA, com os caminhos de acesso modernizados, desde o da “Ribeira”, do Vale Covo, do Cando, do Frei Janeiro, do Pedrete e do Matadouro (agora entupido pela “Várzea”); as matas, os pinhais e as carvalheiras morada de lobos, raposas, linces, gatos-bravos, lagartos e «vestigos» (até mesmo os «bichos-da-unha», na “Aberta da Ti’Aurora d‘Abobeleira!), águias e peneireiros, cucos e poupas; os quintais e as cortinhas, poiso de carriças, gaios, melros, pintassilgos, tordos, piscos e chascos; rouxinóis a desafiar-nos na “Pipa”; o “Campo”, ora cheio de «merendeiras», ora ocupado pelos exércitos de grilos; as duas eiras enfeitadas com medas de centeio; crianças a jogar ao «romisco»; a CAPELA, estimada, defendida das chuvas, das enxurradas e temporais, restaurada, estudada («por dentro», «por fora» e «por baixo»!), as ruas (desde «as Carvalhas» e do «Alto do Cando») até ao «tanque» e ao «Campo», pelo menos), os «fundos das casas» e os quintais «levantados» por Arqueólogos; e, no Largo do Carvalho, ou no Largo da Capela ou no Alto do Campo um monumento à Gente boa que aí nasceu e viveu!

 

E Tu, se ainda não foste lá, não te dixes morrer sem veres, na GRANGINHA, o nascer e o pôr-do-sol!

 

NADIR está em dívida para comigo: (temendo aí encontrar a sua Leila), não pintou o céu de Agosto da MINHA ALDEIA!

 

 

 

M., 1 de Junho de 2014

 

Luís da Granginha

Finalmente !

31
Mar14

    Ainda não tínhamos dado notícia no blog do final da obra de pavimentação do adro da Capela da Granginha. Depois de 30 anos de "luta" a montanha pariu um rato !!! Como é possível um monumento desta importância, ter estado em perigo por falta de uma obra tão simples...

   Já agora, não fora o poste inestético logo à entrada e "ovn'is" a estragar o boneco a imagem seria outra e o local ficaria com outra dignidade !